Alecrim


Rosmarinus officinalis

Arbusto perene da família das Lamiáceas, característico dos matos, matagais, terrenos incultos e rupícolas da região mediterrânica. Folhas em forma de agulha verde-escuras por cima e prateadas no lado de baixo. As flores podem ter vários tons de azul ou violeta. Toda a planta é muito aromática e pode ter até 1,5 metros de altura,. São conhecidos dois tipos de morfologia: variante prostatus, que resulta numa planta rasteira de flor lilás clara e folhas finas verde claro, e variante albus com crescimento vertical e flor branca, por vezes com nervuras. O Alecrim é muito apreciado em gastronomia e tem várias utilizações medicinais e cosméticas.
Está em floração quase todo o ano mas especialmente de Janeiro a Maio.
Precisa de sol directo pelo menos 6 h por dia. Dá-se melhor em solos bem drenados, arenosos e pouco ferteis. Uma vez estabelecido no solo não precisa de rega

Parceria com a Olaria Nova, Setúbal

Fizemos recentemente uma parceria com uma olaria de fabrico artesanal de vasos e peças de barro. Podemos assim adquirir a preços tentadores vasos tradicionais para venda ou composição de arranjos florais.
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BIOFESTA. MOITA

No penúltimo domingo de Maio, dia 22, estaremos presentes na Biofesta, um evento integrado nas Festas da Moita, com o objectivo de divulgar os produtores locais, nomeadamente os que desenvolvem modos de produção biológicos, as actividades desenvolvidas com as escolas e outras organizações de interesse ambiental e promover a troca de experiências e parcerias.

I FESTA DA FLOR DE LISBOA. TAPADA DA AJUDA

A Flor de Murta vai participar na I Festa da Flor a realizar no Instituto Superior de Agronomia.

O Pavilhão de Exposições e o Parque Botânico da Tapada da Ajuda são o grande palco da I Festa da Flor de Lisboa, a decorrer entre 5 e 8 de Maio. Um pouco por todo o lado vai ser possível ver e cheirar flores. Numa iniciativa do Instituto Superior de Agronomia, por ocasião do seu centenário, retoma-se a tradição das grandes exposições de flores e jardins que já se realizaram no Pavilhão de Exposições da Tapada na primeira metade do século passado. A beleza e a diversidade das flores em exposição constituirão um pólo de interesse para o público de todas as idades: orquídeas, bromélias, coroas-imperiais, rosas, gerberas, … serão expostas de forma criativa, dando ênfase ao efeito visual. No exterior são numerosos os viveiros que se apresentarão a concurso com os seus jardins. Conferências e pequenos cursos terão lugar a toda a hora. Estar em contacto com a natureza através de um passeio que conduz o visitante através da Tapada e de jardins projectados desde Caldeira Cabral, nos anos 40, é também um bom motivo para vir à Festa da Flor.
A Tapada da Ajuda, com os seus quase 400 anos de existência, apresenta um vasto património natural, cultural e histórico. Na primeira metade do século XX a expansão urbana da cidade de Lisboa reforçou a importância que este parque assumira desde o século anterior e a permanência do Instituto Superior de Agronomia nesta tapada, com já um século de história, introduziu novas potencialidades à sua utilização, como espaço verde onde se salvaguarda e valoriza um património que constitui um espaço verde de referência na cidade, conciliando o ensino e a investigação ao recreio, educação ambiental, lazer e conservação da natureza. O Pavilhão de Exposições, com uma estrutura singular em ferro e vidro, foi projectado pelo Arquitecto Pedro d’Avilla, sob a ordem do rei D. Luís I, para realizar a 3ª Exposição Agrícola de Lisboa, em 1884. Ex-libris do ISA, é actualmente um local de comemorações e de actividades culturais.

Todas as informações sobre a Exposição estarão em breve disponíveis em www.isa.utl.pt ou podem ser pedidas para botanicoajuda@isa.utl.pt.
Divulguem e Apareçam!



Rosmaninho-português




Existem cerca de quinze espécies de alfazema, onde se inclui o Rosmaninho (Lavandula stoechas subsp. luisieri), expontâneo em Portugal, e também conhecido por Rosmaninho-português. É a variedade que melhor se adapta a esse clima. Os rosmaninhos portugueses são pequenos arbustos lenhosos, facilmente identificáveis pelo aroma e pelas espigas violetas que coroam a pequena copa. Estas espigas, geralmente pequenas (2 a 8 cm), são compostas por pequenas flores tubulares e labiadas. Tem um odor canforado que faz lembrar a menta, o alecrim ou mesmo o pinheiro. Pode atingir cerca de um metro de altura.
O rosmaninho é uma planta bastante rústica e resistente ao frio e à seca. Necessita de solos bem drenados, preferindo os ácidos, e de boa exposição solar.

Medronheiro

Arbutus unedo


Arbusto ou pequena árvore da família  Ericaceae, que geralmente tem até 5 m de altura, de folha perene, copa arredondada e densa. O tronco e os ramos são tortuosos, ritidoma (casca) fendilhado, geralmente acastanhado, destacando-se em pequenas tiras. Folhas lustrosas, verde-escuras na página superior e mais claras na inferior, margem serrada.Flores pequenas, campanuladas, de cor branca; hermafroditas. O fruto é uma drupa globosa, de 10-20 mm, verrugosa, escarlate a vermelho-escura quando madura. A floração acontece de Outubro aFevereiro e a frutificação ocorre no final do Outono (os frutos amadurecem apenas no Outono do ano seguinte). O fruto é comestível e com ele se faz uma aguardente muito apreciada (aguardente de medronho).


Espécie mediterrânico-atlântica que nasce espontaneamente no Oeste, centro e sul da Europa, Noroeste de África, Oeste da Ásia e Macaronésia (Canárias). Em Portugal encontra-se por quase todo o país, encontrando-se as maiores manchas a sul, nas Serras do Caldeirão e de Monchique, nos matos e matagais. Espécie consociada às Quercíneas, ocorrendo em zonas de matos resultantes da sua degradação e em montados de sobreiro e azinheira. Pode ser encontrada até aos 1200m de altitude. Prefere climas suaves e sem geadas fortes e resistente à poluição urbana.

Prefere lugares expostos ao sol mas aguenta meia sombra em zonas com clima não excessivamente frio. A geada pode danificar as plantas jovens. Tolera os solos calcáreos, se bem que prefere solos mais ácidos. Não gosta de encharcamento mas o crescimente será favorecido com rega moderada em solo bem drenado. Na Primavera pode ser adubado com estrume muito decomposto. A poda deve ser mínima, na Primavera quando já não haja perigo de geada, podem ser cortados os ramos inferiores para obter um tronco limpo. Evitar as podas nos primeiros anos.

27 de MARÇO. SÍTIO DAS HORTAS. ALCOCHETE


As actividades que realizámos neste último domingo no espaço do ICN, Sítio das Hortas, em Alcochete, tiveram muitos participantes. Fizemos espantalhos, repicámos muitas plantas que os participantes puderam levar para casa, instalámos vários canteiros de vegetação mediterrânica e tivemos uma venda de plantas muito requisitada.
Um muito obrigado a todos os que apareceram!





VAMOS FESTEJAR A PRIMAVERA!

No dia 27 de Março, domingo, a Flor de Murta vai estar no Sítio das Hortas, em Alcochete, a desenvolver actividades diversas para gente pequena e crescida.
Aproveitem para conhecer um pouco melhor o Estuário do Tejo, fazer um piquenique ou andar de bicicleta.
Apareçam!
 

Temos saudades da Primavera!

Vimos apresentar-vos o programa educacional para alunos do pré-escolar e do 1º ciclo, no qual as crianças vão ter um contacto com a temática da jardinagem, através da propagação de plantas. O objectivo é promover o interesse, a compreensão e a cidadania no que se refere à protecção de espaços verdes e florestas e proporcionar uma experiência de actuação directa com a Natureza.

Contactem-nos para mais informações.

 

Janeiro passado...

Se em Janeiro tivesse que escolher um Parque, escolhia o  da Gulbenkian. A sua recuperação, que se iniciou em 2001, causou alguma celeuma pois para muitos  a recuperação de um espaço que já faz parte da identidade da cidade deveria manter o desenho original. Mas a intervenção, cujo projecto é da responsabilidade de um dos  seus  autores (Ribeiro Telles), criou acontecimentos surpreendentes e o resultado está à vista.














Boas Festas!

Desejos de uma época festiva cheia de Flores, Paz e Alegria



Família: Liliaceae
Outros nomes comuns: Erva-dos-vasculhos, Azevinho-menor
Época de floração: Setembro-Julho
Época de frutificação: Outono-Inverno
Subarbusto que chega a 1 m de altura, sempre-verde, com rizoma rastejante, e com raízes acastanhadas. Possui ramos modificados (cladódios) que assumem a aparência de folhas e que terminam numa espécie de espinho. As folhas são pequenas escamas pouco visíveis que se encontram na base dos cladódios. As flores são violáceas muito pequenas, situadas na metade inferior do cladódio. O fruto é uma baga madura vermelha, globosa, com 1 a 2 sementes volumosas, amarelas. O rizoma da gilbardeira é muito utilizado pelas suas propriedades medicinais. Muito procurado nos arranjos da época Natalícia, em substituição do azevinho.
Habitat: Matas e solos arenosos. Também em sebes e matos mais ou menos xerofílicos.
Distribuição: Quase por todo o território Português
Cultivo: Prefere zonas ensombradas e húmidas mas adapta-se facilmente à aridez, aos solos calcários e pobres, não resistindo, porém aos frios intensos

Jardim na Arrábida. Um exercício de 4 décadas

A Paisagem  que aqui se apresenta insere-se numa propriedade no interior da Serra da Arrábida. Inicialmente tratava-se de um terreno dominado pela vinha e pouco mais. O conceito de paisagem nasceu de um projecto do jovem Arq. Paisagista Gonçalo Ribeiro Telles mas foram os proprietários que arregaçaram as mangas e labutaram durante cerca de 40 anos, tornando real esta paisagem.




 
Apontamentos na Paisagem
Pinhal adulto no sistema seco.



Composições florísticas onde se destacam as gramíneas
Hotel de insectos
Quercus coccifera e o seu bugalho


Lonicera implexa

Cistus albidus

Phylica ericoides