PRIMEIRO MERCADO DA HORTA BIOLÓGICA DO CLUBE NACIONAL DE NATAÇÃO

Sábado, 31 de Março - 10.00-16.00 - São Bento - Lisboa
Uma parceria Horta Biológica CNN - Plantar Uma Árvore - Cultivar Biodiversidade
Neste mercado os visitantes vão poder colher produtos hortícolas diretamente da terra, provar pizzas vegetarianas feitas em forno de lenha, trocar livros, participar em oficinas e muito mais!
Programa:
Hortícolas da época
Pizzas em forno de lenha
Troca de livros
Artesanato
Cosmética e medicina natural
Plantas autóctones
Animação com Slackline (vulgo corda bamba)
e ainda...
Oficina de hortas verticais num plano de permacultura Cultivar Biodiversidade e Plantar Uma Árvore
das 10h às 17h (Custo Ético 35 Euros)
Inscrições e mais informações
Mercado: cramer.stephan@gmail.com 919114210
Oficina: miguel.teles@plantarumaarvore.org 963853383
cultivar.biodiversidade@gmail.com 966237047
Esteva
Cistus ladanifer
Característica das paisagens mediterrânicas, é conhecida pelo aroma que exala no Verão devido à resina que segrega - Ládano. Em Portugal podemos encontrar esta planta por todo o território mas maior incidência nas zonas mais quentes do País em solos ácidos não calcários, onde predominam os xistos, os granitos e os quartzos. Prefere os solos pobres e secos, sendo uma das primeiras plantas a ocupar os espaaos deixados vagos quer pelos incêndios, quer pela desflorestação. Também é resistente ao vento marítimo e é por isso que frequentemente se encontra nas zonas mais recuadas das arribas. Por serem tão frágeis, as flores têm uma vida curta, geralmente deixando cair as pétalas pouco mais de um dia após terem aberto. Esta situação é compensada por uma floração intensa. As flores atraem uma grande variedade de insectos, incluindo abelhas.
Roselha-grande
Cistus albidus
Planta
da família das Cistáceas, autóctone primo-colonizadora e excelente
melífera, característica do montado alentejano e matos xerofílicos.
Planta
da família das Cistáceas, autóctone primo-colonizadora e excelente
melífera, característica do montado alentejano e matos xerofílicos.
Arbustos até cerca de 1 metro de altura de fácil enraizamento. Folhas
simples, elípticas, opostas, encrespadas, com pêlos estrelados em ambas
as páginas. Flores hermafroditas, geralmente solitárias, com pétalas
lilazes, rapidamente caducas; estames em número indefinido. O fruto é
uma cápsula que se abre com o calor do sol ou dos fogos florestais,
libertando diversas e pequenas sementes.
É uma planta muito fácil de cuidar que não exige rega nem fertilização quando se planta no solo. Em vaso requer alguma água.
VENDA DE NATAL
Rua Bombarda, 29. Lisboa
Vamos participar em mais um evento local natalício onde poderão comprar as nossas plantas, assim como outros produtos. O evento decorre no atelier de João Fonte-Santa e estarão expostas algumas obras do pintor, que farão parte da Venda de Natal.
Apareçam!
Dia da Floresta Autóctone
Hoje celebramos o dia da Floresta Autóctone! Que tal começar a semear uma floresta?
As bombas de sementes são pequenos aglomerados de sementes e substrato, prontos a germinarem quando apanharem água e luz. Podem ser lançadas onde houver um espaço permeável e onde as plantas se possam desenvolver.
As nossas bombas de sementes têm espécies pioneiras, que são de fácil instalação e adaptadas à maioria dos solos e condições climáticas locais, e esta é a altura ideal para serem lançadas.
Cada embalagem com 6 bombas custa 3 euros. Ofereça-as também no Natal.
A embalagem de bombas de autóctones tem sementes de Medronheiro (Arbutus unedo), Armeria (Armeria pungens), Murta (Myrtus communis), Esteva (Cistus Ladanifer), Sargaço (Cistus salvifolius) e Roselha (Cistus crispus).
As bombas de sementes são fruto de uma técnica divulgada por Masanobu Fukuoka, agricultor e microbiólogo japonês, autor das obras A Revolução de uma folha de Palha e A Senda Natural do Cultivo, onde apresenta propostas para o plantação directa como forma de agricultura, conhecida como agricultura selvagem ou método Fukuoka.
O seu método permitiu florestar zonas com tendência para a desertificação tendo transformado áreas desertificadas de países africanos, da Tailândia, Filipinas e Índia em áreas verdes. Em 1988, recebeu o Prêmio Magsaysay (Prêmio Nóbel da Paz no Extremo Oriente) por sua contribuição para o bem da humanidade.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Masanobu_Fukuoka
http://zenforestliving.blogspot.com/2011/05/masanobu-fukuoka-nothing-at-all.html
A Coruja que se refugiou no Viveiro
Depois da primeira tempestade da semana passada, uma Coruja ferida atirou-se aos pés da Teresa, como que a pedir auxílio.
Para os que conhecem a Teresinha podem imaginar que a resposta foi imediata. Foi logo chamada a brigada do ICN que a veio buscar para cuidar dela. Foi uma surpresa agradável para todos nós, ter a oportunidade de ver um animal destes durante o dia.
Uma semana depois a Teresa ligou a saber da Coruja.Parece que está a recuperar bem. FINAL FELIZ!
Erva-Princípe
Cymbopogon citratus
A Erva-princípe (Cymbopogon citratus) é uma planta herbácea da família das gramíneas, nativa das regiões tropicais da Ásia (Índia). É também conhecido pelos nomes de belgate (chá-belgate) ou chá-príncipe.
As suas inflorescências são constituídas por panículas amareladas.
É uma planta medicinal, também utilizada em culinária. As folhas em infusão, têm propriedades febrífugas, sudoríficas, analgésicas, calmantes, anti-depressivas, diuréticas, digestivas e expectorantes, além de ser bactericida, hepatoprotectora, antiespasmódica, estimulante da circulação periférica e estimulante estomacal e lácteo.
Em culinária usam-se como condimento ou mesmo em saladas.
Os seus componentes aromáticos e, mais especificamente, o citral dão-lhe um aroma semelhante à lúcia-lima e da sua inflorescência extrai-se um óleo essencial utilizado em repelentes de insectos (citronela).
Salva. Salvia officinalis
A Salva é um arbusto da família das Lamiáceas, tendo o nome científico de Salvia officinalis, de origem no latim onde Salvia, vem de salvere, “curar”, “salvar”, numa alusão às propriedades curativas da planta e officinalis significa “medicinal”.
A Salva tem sido associada `a longevidade há séculos e o antigo provérbio “Como pode um homem envelhecer tendo a Salva no seu jardim?” é exemplo disso.
É uma planta semi-lenhosa bastante densa e muito aromática e pode atingir o meio metro de altura e 1 metro de largura. As folhas são ovais alongadas e de cor verde-claro acinzentado. Os caules começam por ser verdes e tornam-se lenhosos no segundo ano. As flores são azuis, lilazes ou brancas, com dois lábios e nascem em rácimos axilares erectos.É originária das zona mediterrânica ocidental e Norte de África até aos 1700m de altitude formando matagais desenvolvidos sobre terrenos calcários das montanhas interiores continentais. É cultivada para culinária e como medicinal há milhares de anos e actualmente encontra-se nos jardins em toda a parte.
Há muitos cultivares desta espécie. Como exemplo temos a ‘Purpurescens’ com o nome vulgar de Salva-púrpura; a ‘Aurea’ que é mais pequena e tem folhas amarelas; a ‘Tricolor’ com as folhas com padrões de vermelho, creme e verde; a ‘Icterina’ que tem folhas variegadas douradas e verdes
As suas utilizações em culinária, cosmética e medicina são imensas embora haja referências a contra-indicações para consumos por longos períodos e em casos de epilepsia e gravidez.
É considerado um laxante suave e utiliza-se também como expectorante em bronquites e sinusites. Por via externa tem uma acção anti-reumática e anti-transpirante. Considera-se, também, anti-séptica e anti-catarral. A infusão das suas folhas, misturadas com as de alecrim e tomilho, dão vigor e brilho ao cabelo. As folhas servem para a limpeza de dentes e esfregadas na pele a são um excelente repelente de insectos. Entre as roupas evitam as traças.
Em culinária serve para condimentar desde pratos de carne e peixe a saladas, sopas e molhos.
Deve ser podada com frequência para encorajar o crescimento da folhagem e para evitar a floração. Deve ser substituída depois de 4 anos pois torna-se lenhosa e menos produtiva.
Gosta de muito sol e pouca água mas não suporta o vento nem a seca.
O Centro Nacional de Exposições, em Santarém, realiza de 4 a 12 de Junho a 48ª Edição da Feira Nacional de Agricultura / 58ª Feira do Ribatejo.
"A Floresta" será o tema central deste Certame, inserido no Ano Internacional das Florestas, constituindo-se um importante palco de debate, por parte de reputados especialistas nacionais e internacionais, para questões relacionadas com medidas protectoras do ambiente.
Nesta edição e considerando que em 2011 se assinala o Ano Internacional das Florestas, o destaque vai para esta temática como forma de sensibilizar o público da feira para a importância da preservação da floresta e para o papel que representa no domínio do desenvolvimento sustentável.
Um vasto conjunto de áreas expositivas põe em relevo vários eventos, a par de áreas de discussão e debate promovidas no âmbito dos congressos e seminários, complementado com actividades lúdicas de cariz tradicional e cultural.
Nesse sentido, o certame engloba: "Prazer de Provar" (salão dedicado ao vinho, alimentação e azeite), "Espaço do Ribatejo" (municípios da região, a cargo da Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo), "Fersant" (Feira das Actividades Económicas da Região de Santarém, a cargo do Núcleo Empresarial da Região de Santarém), exposições e concursos de pecuária, exposição de maquinaria e de equipamentos agrícolas, outras áreas de produtos e serviços para a agricultura e sectores afins, equipamentos e artigos comerciais, artesanato e gastronomia.
Assegure desde já o seu lugar nesta feira proporcionando ao público visitante uma oferta diversificada e de qualidade e a realização de excelentes contactos.
http://www.guiadacidade.pt/pt/art/feira-nacional-agricultura-feira-ribatejo-2011-22324-14 Nesta edição e considerando que em 2011 se assinala o Ano Internacional das Florestas, o destaque vai para esta temática como forma de sensibilizar o público da feira para a importância da preservação da floresta e para o papel que representa no domínio do desenvolvimento sustentável.
Um vasto conjunto de áreas expositivas põe em relevo vários eventos, a par de áreas de discussão e debate promovidas no âmbito dos congressos e seminários, complementado com actividades lúdicas de cariz tradicional e cultural.
Nesse sentido, o certame engloba: "Prazer de Provar" (salão dedicado ao vinho, alimentação e azeite), "Espaço do Ribatejo" (municípios da região, a cargo da Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo), "Fersant" (Feira das Actividades Económicas da Região de Santarém, a cargo do Núcleo Empresarial da Região de Santarém), exposições e concursos de pecuária, exposição de maquinaria e de equipamentos agrícolas, outras áreas de produtos e serviços para a agricultura e sectores afins, equipamentos e artigos comerciais, artesanato e gastronomia.
Assegure desde já o seu lugar nesta feira proporcionando ao público visitante uma oferta diversificada e de qualidade e a realização de excelentes contactos.
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