Bazar de Outono


19/10 às 12:00 até 20/10 às 21:00 em UTC+01.. rua de são julião 8 (à rua da madalena), 1100 Baixa-Lisboa


Eis que chega uma nova edição do BAZAR de AUTOR para comemorar a entrada do Outono, teremos a participação de:

Ana Ventura, Ass. Flor de Murta, Inês Nunes, Nininha Guimarães, João Paulo Assunção, Rubina Nunes e Sara Domingos.

Venda colectiva de autores nas áreas das artes plásticas, design de acessórios e joalharia, literatura infantil, fotografia, artesanato e plantas mediterrânicas e aromáticas.

No sábado dia 20 pelas 11h30 haverá uma hora do conto para a infância, encenada pela autora Ana Ventura do livro “A Zebra Zezé”.

bazar.autor@gmail.com

tm. 96 238 43 21 ou 91 092 85 62

9ª FESTA DO OUTONO NO JARDIM BOTÂNICO DA AJUDA

No fim de semana de 13 e 14 de Outubro vamos estar mais uma vez no Jardim Botânico da Ajuda a festejar a chegada do Outono. Esta é a melhor altura para se fazerem plantações. Aproveite para comprar as suas plantas, outros produtos temáticos e participar nas actividades. Consulte o programa em www.jardimbotanicodajuda.com


GREEN FEST 2012

A Green Fest começa amanhã com diversas conferências e actividades interessantes. Nós estaremos lá nos dias 29 e 30. Visitem-nos e vejam a programação em http://www.greenfestival.pt/2012/index.aspx



Dia Verde. Belém

No domingo, dia 23 de Setembro vamos participar no Dia Verde nos Jardins do Museu da Eletricidade, em Belém. Consultem o programa em http://www.verdemovimento.com/ e apareçam! A entrada é livre e as actividades são muitas.

Dia Europeu sem Carros

Com o Verão a terminar voltamos à labuta. Vamos comemorar o Dia Europeu sem Carros em cacilhas, Almada. Visitem-nos!

Porque não criar a Fileira da Romanzeira?

A romã, cujo nome científico é Punica granatum, é uma infrutescência da família das Punicáceas, originária do sul da Ásia, na Pérsia. Foi levada pelos fenícios para os países mediterrânicos, de onde se difundiu para o continente americano, chergando ao Brasil pela mão dos Portugueses.


A nível mundial, os maiores produtores são o Afeganistão, o Irão, Israel, Brasil, EUA, Itália e Espanha, sendo esta o maior exportador europeu.

Em Portugal, a região do Algarve concentra cerca de 80% da área e 95% da produção total de romã do continente. A maioria da produção provém de árvores dispersas, em bordadura, sendo relativamente reduzido o número de pomares extremes. A área de cultura, que tem vindo a decrescer, é actualmente de 108 ha e a produção anual ronda as 400 toneladas.

As variedades mais frequentes são a Mollar, a De Elche, a Dejativa - de origem espanhola – e a Asseria. Esta última é uma variedade tradicional da região algarvia, precoce e caracterizada por bagos carnudos, vermelhos e de grainha pequena.

Este fruto tem uma forma redonda achatada, encabeçada por um cálice em forma de coroa. Possui uma casca grossa e forte, de cor vermelho escuro a púrpura, mais raramente amarelada, que protege um interior preenchido de minúsculas sementes comestíveis de sabor agridoce, agrupadas dentro de compartimentos e separados por membranas, de cor pálida e sabor amargo.

Ao contrário de todas as outras frutas, que quanto mais radiação solar recebem, maior coloração adquirem, no caso da romã, nos locais em que o sol incide com mais intensidade e durante mais tempo, os grãos no seu interior ficam mais esbranquiçados.

Degusta-se ao natural, grão a grão, em saladas, como guarnição de pratos, em gelados, compotas e em bebidas ou xaropes, como o famoso Grenadine.

A incomparável suculência da romã deve-se ao seu elevado teor de água. Tem um baixo valor calórico, devido ao seu baixo conteúdo em hidratos de carbono, e uma quantidade significativa de potássio, cálcio, fósforo e vitaminas A, B e C.

Sob o ponto de vista medicinal, a romã é a rainha das frutas. Aliada a dietas depurativas e desintoxicantes, constitui também uma excelente barreira preventiva, fortalecendo as defesas do organismo. Possui uma acção anti-inflamatória, digestiva, purificadora do sangue, e ligeiramente adstringente, esta última devido ao elevado teor de taninos presentes na sua casca.

Quanto à sua durabilidade, as romãs são similares às maçãs mantendo-se em boas condições durante muito tempo. Quando armazenadas a baixas temperaturas, entre 0º e 5ºC, continuam a amadurecer, tornando-se mais sumarentas e saborosas, podendo manter-se assim durante meses. Devido à dureza da casca, possuem também uma boa resistência ao transporte.

Ainda que o seu uso principal seja com árvore de fruto, a romãzeira emprega-se também em jardins como planta decorativa, devido à beleza das suas folhas e flores. Tem também aplicação na indústria química, pois a cortiça do tronco é utilizada no fabrico de tintas.

Apesar de podermos encontrar romãs à venda durante todo o ano, a época em que as suas propriedades organolépticas estão mais apuradas vai desde o início de Outubro a meio de Dezembro. Dada a natureza do sistema de produção, a concentração da oferta é reduzida e a qualidade dos frutos heterogénea, pelo que a sua comercialização é efectuada maioritariamente ao nível dos pequenos mercados regionais.

As vendas para o exterior são praticamente nulas e Espanha é o principal fornecedor do mercado nacional, com uma quota que se estima ser de quase 100 %, situação que não tende a alterar-se, visto que, em Portugal, nos próximos anos, não se prevêem investimentos nesta cultura.

Fonte: http://www.observatorioagricola.pt/item.asp?id_item=118

Bazar de Santo António

Olá a todos, vamos ter mais uma edição do Bazar de Autor...


a festa e a alegria estão de volta, nos dias 12 e 15 das 12h às 21h.

Apareçam!!

BIOFESTA 2012. MOITA

Em conversão para MPB

Caros Amigos, Associados e Interessados,

Informamos que desde o início de Maio que estamos em processo de conversão para Modo de Produção Biológico.
Em breve poderemos chamar às nossas plantas Bio! As aromáticas, as ornamentais e as fruteiras.
Por favor divulguem e encomendem!
Murta. Myrtus communis
Mais um ano em que estivémos presentes na Festa da Flor, na Tapada da Ajuda.
Para quem não nos pode visitar ficam algumas imagens da nossa instalação de um jardim em paletes de madeira que pode ser aplicada em qualquer espaço pequeno e exterior: um terraço, uma varanda ou um quintal.


PRIMEIRO MERCADO DA HORTA BIOLÓGICA DO CLUBE NACIONAL DE NATAÇÃO



Sábado, 31 de Março - 10.00-16.00 - São Bento - Lisboa

Uma parceria Horta Biológica CNN - Plantar Uma Árvore - Cultivar Biodiversidade

Neste mercado os visitantes vão poder colher produtos hortícolas diretamente da terra, provar pizzas vegetarianas feitas em forno de lenha, trocar livros, participar em oficinas e muito mais!

Programa:

Hortícolas da época

Pizzas em forno de lenha

Troca de livros

Artesanato

Cosmética e medicina natural

Plantas autóctones

Animação com Slackline (vulgo corda bamba)

e ainda...

Oficina de hortas verticais num plano de permacultura Cultivar Biodiversidade e Plantar Uma Árvore
das 10h às 17h (Custo Ético 35 Euros)

Inscrições e mais informações

Mercado: cramer.stephan@gmail.com  919114210

Oficina: miguel.teles@plantarumaarvore.org  963853383

cultivar.biodiversidade@gmail.com  966237047

Armeria

Armeria pungens

Esteva

Cistus ladanifer

Característica das paisagens mediterrânicas, é conhecida pelo aroma que exala no Verão devido à resina que segrega - Ládano. Em Portugal podemos encontrar esta planta por todo o território mas maior incidência nas zonas mais quentes do País em solos ácidos não calcários, onde predominam os xistos, os granitos e os quartzos. Prefere os solos pobres e secos, sendo uma das primeiras plantas a ocupar os espaaos deixados vagos quer pelos incêndios, quer pela desflorestação. Também é resistente ao vento marítimo e é por isso que frequentemente se encontra nas zonas mais recuadas das arribas. Por serem tão frágeis, as flores têm uma vida curta, geralmente deixando cair as pétalas pouco mais de um dia após terem aberto. Esta situação é compensada por uma floração intensa. As flores atraem uma grande variedade de insectos, incluindo abelhas.

Roselha-grande

Cistus albidus
Planta da família das Cistáceas, autóctone primo-colonizadora e excelente melífera, característica do montado alentejano e matos xerofílicos.
Arbustos até cerca de 1 metro de altura de fácil enraizamento. Folhas simples, elípticas, opostas, encrespadas, com pêlos estrelados em ambas as páginas. Flores hermafroditas, geralmente solitárias, com pétalas lilazes, rapidamente caducas; estames em número indefinido. O fruto é uma cápsula que se abre com o calor do sol ou dos fogos florestais, libertando diversas e pequenas sementes.
É uma planta muito fácil de cuidar que não exige rega nem fertilização quando se planta no solo. Em vaso requer alguma água.

VENDA DE NATAL

Rua Bombarda, 29. Lisboa
Vamos participar em mais um evento local natalício onde poderão comprar as nossas plantas, assim como outros produtos. O evento decorre no atelier de João Fonte-Santa e estarão expostas algumas obras do pintor, que farão parte da Venda de Natal.
Apareçam!

Dia da Floresta Autóctone

Hoje celebramos o dia da Floresta Autóctone! Que tal começar a semear uma floresta?
As bombas de sementes são pequenos aglomerados de sementes e substrato, prontos a germinarem quando apanharem água e luz. Podem ser lançadas onde houver um espaço permeável e onde as plantas se possam desenvolver.
As nossas bombas de sementes têm espécies pioneiras, que são de fácil instalação e adaptadas à maioria dos solos e condições climáticas locais, e esta é a altura ideal para serem lançadas.
Cada embalagem com 6 bombas custa 3 euros. Ofereça-as também no Natal.
A embalagem de bombas de autóctones tem sementes de Medronheiro (Arbutus unedo), Armeria (Armeria pungens), Murta (Myrtus communis), Esteva (Cistus Ladanifer), Sargaço (Cistus salvifolius) e Roselha (Cistus crispus).
As bombas de sementes são fruto de uma técnica divulgada por  Masanobu Fukuoka, agricultor e microbiólogo japonês, autor das obras A Revolução de uma folha de Palha e A Senda Natural do Cultivo, onde apresenta propostas para o plantação directa como forma de agricultura, conhecida como agricultura selvagem ou método Fukuoka.
O seu método permitiu florestar zonas com tendência para a desertificação tendo transformado áreas desertificadas de países africanos, da Tailândia, Filipinas e Índia  em áreas verdes. Em 1988, recebeu o Prêmio Magsaysay (Prêmio Nóbel da Paz no Extremo Oriente) por sua contribuição para o bem da humanidade.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Masanobu_Fukuoka

http://zenforestliving.blogspot.com/2011/05/masanobu-fukuoka-nothing-at-all.html

A Coruja que se refugiou no Viveiro

Depois da primeira tempestade da semana passada, uma Coruja ferida atirou-se aos pés da Teresa, como que a pedir auxílio. 
Para os que conhecem a Teresinha podem imaginar que a resposta foi imediata. Foi logo chamada a brigada do ICN que a veio buscar para cuidar dela. Foi uma surpresa agradável para todos nós, ter a oportunidade de ver um animal destes durante o dia.
Uma semana depois a Teresa ligou a saber da Coruja.Parece que está a recuperar bem. FINAL FELIZ!

 


Erva-Princípe

Cymbopogon citratus

A Erva-princípe (Cymbopogon citratus) é uma planta herbácea da família das gramíneas, nativa das regiões tropicais da Ásia (Índia). É também conhecido pelos nomes de belgate (chá-belgate) ou chá-príncipe.
As suas inflorescências são constituídas por panículas amareladas. 
É uma planta medicinal, também utilizada em culinária. As folhas em infusão, têm propriedades febrífugas, sudoríficas, analgésicas, calmantes, anti-depressivas, diuréticas, digestivas e expectorantes, além de ser bactericida, hepatoprotectora, antiespasmódica, estimulante da circulação periférica e estimulante estomacal e lácteo.
Em culinária usam-se como condimento ou mesmo em saladas.
Os seus componentes aromáticos e, mais especificamente, o citral dão-lhe um aroma semelhante à lúcia-lima e da sua inflorescência extrai-se um óleo essencial utilizado em repelentes de insectos (citronela).

Salva. Salvia officinalis


A Salva é um arbusto da família das Lamiáceas, tendo o nome científico de Salvia officinalis, de origem no latim onde Salvia, vem de salvere, “curar”, “salvar”, numa alusão às propriedades curativas da planta e officinalis significa “medicinal”.
A Salva tem sido associada `a longevidade há séculos e o antigo provérbio “Como pode um homem envelhecer tendo a Salva no seu jardim?” é exemplo disso.
É uma planta semi-lenhosa bastante densa e muito aromática e pode atingir o meio metro de altura e 1 metro de largura. As folhas são ovais alongadas e de cor verde-claro acinzentado. Os caules começam por ser verdes e tornam-se lenhosos no segundo ano. As flores são azuis, lilazes ou brancas, com dois lábios e nascem em rácimos axilares erectos.
É originária das zona mediterrânica ocidental e Norte de África até aos 1700m de altitude formando matagais desenvolvidos sobre terrenos calcários das montanhas interiores continentais. É cultivada para culinária e como medicinal há milhares de anos e actualmente encontra-se nos jardins em toda a parte.
Há muitos cultivares desta espécie. Como exemplo temos a ‘Purpurescens’ com o nome vulgar de Salva-púrpura; a ‘Aurea’ que é mais pequena e tem folhas amarelas; a ‘Tricolor’ com as folhas com padrões de vermelho, creme e verde; a ‘Icterina’ que tem folhas variegadas douradas e verdes
As suas utilizações em culinária, cosmética e medicina são imensas embora haja referências a contra-indicações para consumos por longos períodos e em casos de epilepsia e gravidez.
É considerado um laxante suave e utiliza-se também como expectorante em bronquites e sinusites. Por via externa tem uma acção anti-reumática e anti-transpirante. Considera-se, também, anti-séptica e anti-catarral. A infusão das suas folhas, misturadas com as de alecrim e tomilho, dão vigor e brilho ao cabelo. As folhas servem para a limpeza de dentes e esfregadas na pele a são um excelente repelente de insectos. Entre as roupas evitam as traças.
Em culinária serve para condimentar desde pratos de carne e peixe a saladas, sopas e molhos.
Deve ser podada com frequência para encorajar o crescimento da folhagem e para evitar a floração. Deve ser substituída depois de 4 anos pois torna-se lenhosa e menos produtiva.
Gosta de muito sol e pouca água mas não suporta o vento nem a seca.

Plantas para Orlas e Sebes

                             

                        

              


                           


                     

O Centro Nacional de Exposições, em Santarém, realiza de 4 a 12 de Junho a 48ª Edição da Feira Nacional de Agricultura / 58ª Feira do Ribatejo.




"A Floresta" será o tema central deste Certame, inserido no Ano Internacional das Florestas, constituindo-se um importante palco de debate, por parte de reputados especialistas nacionais e internacionais, para questões relacionadas com medidas protectoras do ambiente.
Nesta edição e considerando que em 2011 se assinala o Ano Internacional das Florestas, o destaque vai para esta temática como forma de sensibilizar o público da feira para a importância da preservação da floresta e para o papel que representa no domínio do desenvolvimento sustentável.
Um vasto conjunto de áreas expositivas põe em relevo vários eventos, a par de áreas de discussão e debate promovidas no âmbito dos congressos e seminários, complementado com actividades lúdicas de cariz tradicional e cultural.
Nesse sentido, o certame engloba: "Prazer de Provar" (salão dedicado ao vinho, alimentação e azeite), "Espaço do Ribatejo" (municípios da região, a cargo da Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo), "Fersant" (Feira das Actividades Económicas da Região de Santarém, a cargo do Núcleo Empresarial da Região de Santarém), exposições e concursos de pecuária, exposição de maquinaria e de equipamentos agrícolas, outras áreas de produtos e serviços para a agricultura e sectores afins, equipamentos e artigos comerciais, artesanato e gastronomia.
Assegure desde já o seu lugar nesta feira proporcionando ao público visitante uma oferta diversificada e de qualidade e a realização de excelentes contactos.
http://www.guiadacidade.pt/pt/art/feira-nacional-agricultura-feira-ribatejo-2011-22324-14

Pascoinha. Coronilla Glauca

Arbusto mediterrânico com cerca de 50 cm a 1m de altura, de folhagem pouco densa, folha permanente verde prateada. Floração amarela muito abundante que começa no fim do Inverno e dura toda a Primavera. A frutificação acontece de Julho a Agosto.
Muito útil como ornamental em taludes secos e expostos ao sol ou jardins de baixa manutenção. Desenvolve-se em plena exposição solar mas também tolera meia sombra ou mesmo o ensombramento de uma árvore. Suporta bem o calor e a secura. Se necessário aplicar uma poda ligeira depois da floração.

Murta

Myrtus communis

Arbusto de folha permanente da família Myrtaceae, que pode alcançar até 3 metros de altura, de folhagem densa com folhas coreáceas e reluzentes muito aromáticas. As flores são brancas, aromáticas e bastante abundantes se apanharem muito sol. A época de floração é de Maio a Junho. Os frutos são bagas preto-azuladas comestíveis que surgem no Outono. A murta é cultivada pelo seu óleo essencial, usado em perfumaria e mesmo como condimento. As raízes e a casca são utilizadas na extracção de tanino. Tem sido considerada planta medicinal por diversas práticas de medicina tradicional. O licor de murta é muito apreciado.
É expontânea nas colinas, charnecas e margens das estradas, em solos de preferência calcários, no Sul da Europa, Norte de África, Ásia Central e do Sudoeste e na Macaronésia.
A murta pode ser plantada tanto ao sol como à sombra, e vive em todo o tipo de terreno mas o solo deve ser bem drenado. Pode suportar a geada se esta não for muito forte e resiste bastante bem à seca. Na Primavera e Outono será suficiente uma rega semanal, no Verão convém regar de 3 em 3 dias, durante os primeiros anos.
As podas da murta devem ser realizadas nas últimas semanas de Inverno. Excelente planta para sebes.